O fim do ano traz-me sempre um turbilhão de emoções.
Por um lado, traz aquela sensação boa de recomeço, novos
planos, novas metas, aquela vontade de fazer melhor.
Mas por outro… vem uma nostalgia. Olho para trás e penso no
que ficou por fazer, no que ainda quero aprender (e que parece que cada vez há
menos tempo), e sinto aquele friozinho na barriga. Mas passa. Vai passar 😊
Mas o mais importante, o que quero mesmo é estar com quem
gosto, rir um bocadinho, brindar ao que correu bem e ao que ainda virá.
E se possível com boa comidinha como é o caso desta receita😉
Que o novo ano nos traga calma, serenidade, empatia e espaço
para continuar a crescer.
Feliz Ano Novo a todos💛
Há receitas que nos satisfazem
sem esforço e esta é uma delas. Este salmão com molho de gengibre, limão e
nozes combina sabores frescos e texturas sofisticadas, mas prepara-se em
pouco tempo e com poucos ingredientes. Perfeito para aqueles dias corridos em
que queremos algo equilibrado e nutritivo, mas também para quando queremos
surpreender à mesa.
Estas almôndegas de salmão fazem-se em menos de nada e têm
tudo o que adoro nesta altura do ano: são leves, cheias de aroma e perfeitas
para refeições descontraídas — daquelas que se servem com saladas, legumes
grelhados ou arroz soltinho.
E o molho de abacate com coentros e limão? Um mergulho de frescura que eleva
tudo.
A primavera pede pratos assim… práticos, deliciosos e com
sabor a dias felizes!
Uma combinação perfeita para quem procura uma refeição leve e sofisticada, que impressiona tanto pelo paladar como pela apresentação.
Comida Pouco Instagramável – Take
2!
Ainda se lembram do desafio que
lancei no mês passado? Propus-me a fotografar comida pouco instagramável e a
tentar torná-la um pouco mais agradável ao olhar.
Para este mês, escolhido por
vocês, temos a nossa estimada açorda.
Foi um grande desafio, porque,
quer queiramos quer não, apesar de adorar comer açorda, a receita não é
exatamente fotogénica. Por isso, sem lhe roubar o protagonismo, tentei
encontrar uma forma de criar uma açorda original, com um empratamento que
harmonizasse o aspeto.
Ainda nos santos populares, e com
a sardinha como o primeiro alimento que nos vem à cabeça (o nosso
#oingredientedomes), símbolo típico desta época festiva, pensei: por que não
experimentar a sardinha e o pão de uma forma diferente?
Voilá! Aproveitei umas sardinhas
assadas e fiz a minha tentativa de tornar a açorda instagramável.
Agora o verídico é vosso! Passa no teste? 😊
Vamos entrar no Mood Páscoa?
Hoje trago uma entrada diferente, mas que acho que pode
fazer sucesso na vossa mesa!
Umas “Chamuças” de Alho Francês e Salmão 😊
Facilíssimas
de fazer e muito agradáveis.
Sabem aquelas receitas que são boas
e fazem uma “vistaça”?
Assim
é este Bacalhau no Pão.
Simples,
fácil de preparar e apelativo. Voilá! Para terminar o mês em grande 😊
Esta foi, sem dúvida, a receita
que mais me surpreendeu nos últimos tempos!
Se não fosse pela nossa rubrica
#oingredientedomes, talvez nunca a tivesse experimentado. No entanto, na busca
por receitas diferentes e salgadas para encerrarmos este mês de Maio dedicado
aos morangos, eu e a Elsinha decidimos escolher esta. E, com toda a certeza,
fizemos uma excelente escolha, pois pretendo repetir esta receita inúmeras
vezes. Nunca imaginei que uma combinação tão simples e descomplicada pudesse
resultar em algo tão excecional. É uma receita que facilmente é incluída na
ementa semanal, para os dias mais agitados, mas também tem o seu lugar nas
ocasiões especiais em que queremos surpreender!
Essa receita lembrou-me que, às
vezes, as maiores surpresas estão nas experiências mais simples. É a combinação
perfeita de simplicidade e sabor.
Estão prontos para se
surpreenderem com esta receita?
Por mais incrível que pareça,
esta foi a primeira vez que comi peixe ao sal…
E o que eu andei a perder este tempo
todo 😊
Cozinhado desta forma, o peixe fica
muito suculento, não fica salgado de mais e separa-se em lascas perfeitas.
Simples e rápido de confecionar,
o peixe ao sal é perfeito para surpreender os nossos convidados!
Agosto é o auge do verão português. É o mês, por excelência, das festas
e das romarias, que se comemoram um pouco por todo o lado. É também o mês das
férias, dos turistas e dos emigrantes, que aproveitam o tempo de calor para
matar saudades das suas terras.
É tempo de desfrutar refeições com amigos e familiares, na esplanada, ao
ar livre, à beira-mar, ou na sombra de uma árvore.
Agosto cheira a sal, rio e mar!
E por isso o ingrediente do mês é ligado a esses aromas.
Peixe & Marisco
Espero que gostem e que se sintam muito inspirados a participar e
a elaborarem receitas com estes ingredientes!
E assim, deixo o
convite: juntem-se a este desafio e, até ao último dia do mês de agosto,
inclusive, elaborem uma receita, talvez aquela que tantas vezes tem
ficado em lista de espera, ou aquela que repetem vezes sem conta nas vossas
cozinhas sem que lhe tivessem dado o devido destaque, ou a outra que é de
família, a que tem um segredo, aquela que desperta memórias… A única
regra é que tenha Peixe
e Marisco e os valorize
enquanto ingrediente!
Como participar:
Deixem o link da
publicação da vossa receita como comentário neste post. Se não tiverem blogue podem
enviar-me um mail com a receita e uma foto e eu farei a sua publicação, com os
devidos créditos.
Nas redes
sociais:
Mencionem a rubrica,
utilizem a hashtag #oingredientedomes e identifiquem a Elsa @florderosmaninho e
@intrusanacozinha (mhdionisio no instagram).
Chegou
2021, cheio de esperança. Tenho muitos
desejos para este novo ano, mas acima de tudo desejo que seja o ano em que vamos
poder voltar a abraçar quem gostamos sem restrições, máscaras e medos.
Este
ano deixei-me levar por uma moleza tranquilizante. Nestes primeiros dias desfrutei
imenso da minha lareira e do calor da minha casa, do ambiente sereno que se sentiu
na minha família; houve jogos, sestas, leituras, conversas, muita televisão e descanso.
Começou sereno este ano. Que se mantenha assim…
Feliz
Ano Novo para todos.
Esta
receita é ótima para aproveitar sobras da noite de Ano Novo.. pelo menos cá em
casa foi! 😊
E
por aqui continua a dar-se destaque a receitas práticas e frescas, porque assim
dita o verão.
Assim
que escolhi a bata doce como ingrediente soube qual seria a primeira receita a
ser feita. Desde que a vi no blog da Susana, que estava no topo da minha
infindável lista de receitas “a fazer”. Este foi o momento perfeito para me
deixar seduzir por uma das propostas do livro “Viagens pelas
Receitas de Portugal” de Nelson Carvalheiro.
É uma
receita onde a simplicidade de sabores se torna a perfeição, onde fica provado
que é a frescura dos ingredientes escolhidos e a forma com que são confecionados
que faz as grandes receitas. É no fazer simples que está o grande desafio,
quando não há lugar a “malabarismos” para tornar uma refeição deliciosa.
Por
outro lado, tenho de ser absolutamente sincera e dizer que não foi uma receita
que agradou a todos cá em casa. Os miúdos tiveram alguma dificuldade em se
deixarem deslumbrar como os mais crescidos, mas acho que é perfeitamente
natural quando se prova os dois ingredientes base da receita pela primeira vez
de uma forma tão “despida”. O mais novo
nunca tinha sequer provado raia, e ambos nunca tinham comido batata doce
apresentada desta forma.
Em
suma, foi uma receita que me surpreendeu pela positiva e que me entusiasmou
pela simplicidade e riqueza de sabor.
Esta
é uma, das muitas receitas, que foi imediatamente assinalada “a fazer” assim
que desfolhei o livro da Mónica Pinto, Pratos
& Travessas.
A
oportunidade surgiu quando a semana passada recebi no cabaz da PROVE, um
lindíssimo funcho. Assim que o vi, tive a certeza de qual seria o seu destino.
A
receita tão tradicional nas nossas mesas, ganha uma nova alma, e um novo
sentido quando introduzimos um elemento tão saboroso e distinto como o funcho.
Muitos poderão não gostar do seu sabor, mas eu sou claramente fã. E não
desapontou em nada aquando da sua união ao polvo e ao arroz.
Uma
refeição cheia de sabor e bem reconfortante, porque os dias assim ainda o
pedem.
Adoro a união do sabor do salmão com os citrinos. E
esta receita veio reforçar esse gosto.
Esta é uma receita muito prática e rápida de fazer,
e que podemos facilmente incluir nas nossas receitas do dia-a-dia, podendo
tirar partido do sabor maravilhoso sabor da tangerina.
Espero que gostem da sugestão.
Esta
é uma receita especial, elaborada para uma pessoa igualmente especial.
Há
algum tempo, mais do que aquele que gostaria, desafiei a Elizabete a escolher uma
receita do livro que ela me ofereceu aquando do Desafio Açoriano.
Não
sei se estará totalmente de acordo com a tradição açoriana, mas tentei seguir
ao máximo as instruções do livro.
A
receita é muito simples de elaborar, e tendo como base poucos ingredientes, o segredo
para o sucesso está na qualidade dos produtos que são usados. Infelizmente não
consegui usar vinho de cheiro, com grande pena, porque acho que esse será
exatamente o elemento chave que marca a diferença. Mas na sua ausência, um bom
vinho tinto deverá ser sempre a opção.
Elisabete,
minha querida, tenho que te dizer que a receita fez sucesso, e obrigado por
divulgares a cozinha tradicional Açoriana. Beijinhos
Esta foi a primeira vez que recheei lulas.
Costumo comprar as lulas previamente recheadas.
Desta vez, e como queria recheá-las com espinafres e arroz,
a única solução era fazer a receita de raiz.
Gostei bastante do resultado, ficaram bastante
saborosas, mas é uma receita relativamente trabalhosa. Ainda mais se torna, se
comprarem lulas de um calibre pequeno, como eu fiz…. trabalhoso e demorado.
Por isso, desde já deixo o conselho, se decidirem
fazer lulas recheadas comprem um calibre grandinho!
Mas valeu claramente o esforço :)
Tinha muitas saudades do verão. Muitas mesmo.
Mas entretanto depois de 3 dias de calor intenso, por mim estava feito. Ok foi bom, agora já pode acabar....
não aguento este calor.
Os pés incham, as pernas ficam cansadissímas e pesadas, mal consigo respirar....
era isso, 3 dias, e por mim estava bom.
Quando digo que tinha saudades do verão, era mesmo pelos dias de luz até às dez da noite, a roupa leve, a descontração das férias, as esplanadas, as bebidas frescas, as saladas ... mas não podíamos ter isso tudo a uns agradáveis e amenos 25, 26º no máximo?...
para onde foi a primavera?
cada vez menos temos direito a dias amenos e agradáveis...
Passamos de dias frios, chuvosos e ventosos, para dias de calor sufocante....
primavera volta! estás perdoada!
Durante
muitos anos vivi com a certeza de que não gostava de migas e açorda. Para mim
era claro como água. Até o simples olhar para os pratos me causava algum incómodo.
Não posso dizer com certeza se a minha opinião era fundada no facto de alguma
vez ter provado e de não ter gostado, ou se no simples facto de ter incutido a
ideia de não gostar e pronto. Acho que todos temos aquela receita ou ingrediente
que achamos que não gostamos, sem nunca sequer ter provado, mas vivemos com
essa certeza como se tivéssemos provado mil vezes, e mil vezes não tivéssemos gostado.
Se
provei ou não, não sei, mas certeza essa sim, que durante anos não comi açorda
ou migas.
Até
um dia.
Não
sei qual.
Comi,
e adorei.
Se
foi o palato que mudou e amadureceu, não sei. Talvez.
O
certo é que agora adoro!
Estas
migas são especiais. A conjugação dos espinafres com o camarão é deveras maravilhosa
e surpreendeu-me bastante. Uma receita para surpreender e agradar.