2 ingredientes!
2
só mesmo 2.
E têm umas bolachinhas húmidas, doces, sem grandes
pretensões a serem as melhores do mundo, mas a satisfazerem aquela gula que de
vez em quando teima em aparecer.
2 ingredientes!
2
só mesmo 2.
E têm umas bolachinhas húmidas, doces, sem grandes
pretensões a serem as melhores do mundo, mas a satisfazerem aquela gula que de
vez em quando teima em aparecer.
Há receitas que não são só
receitas, não é? São mãos enfarinhadas,
conversas cruzadas, cheiros que nos fazem querer ficar ali mais um bocadinho. Não
precisam de apresentação nem de explicações longas. Fazem parte.
As filhós de forma são assim. É
sobre estar ali, à volta do fogão, sem pressa (sim porque as filhós de forma
precisam acima de tudo de paciência), provar ainda quente, sujar os dedos de açúcar,
repetir.
Às vezes não é sobre inovar. É só
sobre repetir o que nos faz sentir em casa. E talvez seja por isso que sabem
sempre tão bem.
Feliz Natal a todos.
Hoje o Dia do Pai tem outro peso. O 19 de março ganhou outra dimensão… Carrega agora uma saudade que não se explica.
Tenho saudades de chegar a casa e ouvir o teu “olá”, de te encontrar sentado, no teu banco de tronco de árvore, à porta do escritório. Tenho saudades de te dizer: “Olá, borracho, tudo bem?” – e de ouvir o teu “sim”, porque contigo estava sempre tudo bem.
Sinto falta dos teus gestos simples, de te ver atravessar o pátio com um bolinho seco numa mão e o teu chiripiti na outra, pronto para saborear aquele momento só teu, naquele banquinho – que continua lá à porta...
Hoje, pai, sinto tanto a tua falta… e imagino-te aqui, ao meu lado, a provar estes biscoitos que fiz a pensar em ti.
Tenho mesmo muitas saudades tuas. Tantas que dói.
Receita original aqui.
14 anos separam estas duas fotografias.
Há 14 anos, nascia o "Intrusa na Cozinha", um blog que se destinava a partilhar as receitas que ia fazendo no meu dia-a-dia. Nessa altura, nunca poderia imaginar o quanto esta jornada iria transformar a minha vida!
Ao longo do caminho, vivi experiências únicas, visitei lugares inesquecíveis e, acima de tudo, cruzei-me com pessoas extraordinárias que deixaram uma marca profunda em mim. Foram elas que tornaram possível concretizar este sonho: poder trabalhar numa área que me faz sentir verdadeiramente realizada e feliz.
O que começou como um simples hobby foi crescendo, ganhando forma e, ao fim de muitas horas de dedicação, transformou-se na minha profissão. E que privilégio é poder fazer o que se ama todos os dias!
A todos os que estiveram e continuam a estar ao meu lado nesta caminhada, o meu mais sincero obrigada. Sem vocês, nada disto seria possível.
Hoje partilho a mesma receita que há 14 anos atrás 😊
Ingredientes (cerca de 25 un.):
300g de Farinha de Trigo, com fermento
100g de Amêndoas, finamente raladas
150g de Açúcar
1 gema de Ovo
1 colher de sopa de Leite, ou água
150g de Margarina, fria cortada aos pedacinhos
Sal, uma pitada
1 clara de Ovo para pincelar
+/- 25 Amêndoas inteiras peladas
Preparação:
Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Forre um tabuleiro com uma folha de papel vegetal ou tapete de silicone.
Numa taça, junte a farinha, o açúcar, as amêndoas raladas, o sal, a gema, o leite e acrescente a margarina.
Amasse tudo até obter uma massa lisa.
Separe a massa em pedaços com cerca de 25g, e forme bolinhas. No centro de cada bolinha coloque 1 amêndoa pelada, pressionando um pouco para ficar no centro da massa.
Depois pincele os bolinhos com a clara de ovo.
Leve a cozer cerca de 10 a 15 minutos, até ficarem douradinhos.
Nota: Os biscoitos crescem um bocadinho durante a cozedura, por isso é conveniente deixar uma distância entre eles quando se colocam no tabuleiro.
Pode cozer os bolinhos na Air Fryer, a 165ºC durante 10 a 15 minutos.
Assim que a Lobélia partilhou
esta receita, sabia que a tinha de fazer!
É verdade que tenho (todos temos)
aquela lista “to do” cheia de receitas, mas estes ficaram logo no topo 😊
Não desiludiram, em nada. Bons,
mas bons!
Perfeitos para celebrar o Dia do
Amendoim 😊
Se há algo que gosto nesta época do ano, na Páscoa, é os coelhinhos, as cores pastel…as amêndoas… Mas a verdade é que é praticamente só isso que aprecio na Páscoa...
Não sou cristã, e é pouco provável que venha a sê-lo algum dia, nem praticante de qualquer outra fé, na realidade. Sem entrar em detalhes sobre razões ou questões, direi apenas que tenho dificuldade em me identificar com muitas das posições éticas e morais defendidas, o que me traz muitas dúvidas intelectuais.
Mas mesmo não sendo crente, durante anos "celebrei" a Páscoa, talvez como a maioria dos portugueses, sem uma ligação de fé, mas sim por tradição, "imposta" por uma sociedade que ainda tem muitas raízes católicas, mesmo sem o ser. A tradição assim o exigia... e ainda exige...
Mas fés e crenças à parte, sempre vi na Páscoa, assim como no Natal, a desculpa perfeita para reunir a família à mesa e partilhar momentos e (muita) comida boa! Mas era apenas isso.
Este ano, decidi que não iria fazer nada, porque a vida foi acontecendo e porque perdi a vontade de manter essa "tradição". Este ano, será apenas um fim de semana prolongado. Mas ainda assim com muitas bolachinhas doces para alegrar!
Independentemente de fés ou crenças, tradições ou costumes, espero que estes dias sejam de partilha para todos e que se criem boas memórias.
Beijinhos para todos os que passam por aqui 😊
Em Alenquer, a encantadora Vila
Presépio, onde resido, existe a bela tradição de "Pintar os Reis"
Acontece esta noite, noite da
"velada de reis", de 5 para 6 de janeiro, que os Reiseiros - assim se
chamam os homens que cumprem este ritual - pintam e cantam às portas das casas,
testemunhos e desejos de felicidade para o novo ano que começa. e dividem-se em
dois grupos, os que cantam e os que pintam.
Estes dois grupos vão pelas ruas
fora, homens e mulheres... Os primeiros, os pintores levam consigo baldes com
tinta vermelha e azul misturada com a cal e vão colocando as suas pinturas nas
fachadas das casas. Pintam desde corações, símbolos de profissões e a sigla BR
que simboliza “Bons Reis” ou BF que significa “Boas Festas”. As pinturas efetuadas
nas casas tem a ver com quem as habita, ou seja, uma casa que esteja de luto a
pintura é feita em azul…Se for um casal que não tenha filhos são desenhados
dois corações entrelaçados…Se tiverem um filho desenha-se um vaso com flores…E
por cada filho é desenhado um coração ao lado.
Em alguns casos são verdadeiras
obras de arte!
O grupo dos cantores, como o
próprio nome indica ocupa-se de cantar nas habitações…Sem bater às portas,
ficam ali a cantar…primeiro um elemento canta sozinho e o coro vai repetindo em
seguida. No fim desejam o bom ano pedindo que lhes seja oferecido algo.
Hoje, não vos trago nenhuma
iguaria relacionada com os reis, mas sim umas rainhas, as “Trianas”, umas broas
deliciosas, um doce tradicional da Vila, cujo nome é alusivo a uma das
freguesias (entretanto extinta) da vila.
São bolinhos artesanais, que levam
uma grande variedade de frutos secos, e garanto-vos que é impossível comer só
uma 😊 Perfeitas para ofertar a quem pinta e canta
os reis esta noite, não acham?
Texto in "Tapaaosal" e Câmara Municipal de Alenquer
Estas bolinhas são fáceis de fazer e são perfeitas para
quando precisamos de uma dose extra de energia durante o dia. Combinando
amêndoas, tâmaras e fruta em pó, estas bolinhas fornecem uma mistura
equilibrada de nutrientes essenciais, incluindo proteínas, fibras e vitaminas.
O uso de fruta em pó nesta receita não só adiciona um
delicioso sabor, mas também é uma forma de incluir mais nutrientes, com menos
açúcares adicionados e mais nutrientes preservados.
São uma excelente opção para levar para o trabalho, para a
escola ou para um lanche rápido entre refeições.
Delicadeza em forma de bolachas!
Estas bolachinhas de amêndoa e
limão, em formato de flores, foram inspiradas nos adoráveis malmequeres. A
simplicidade e a beleza da natureza numa recriação culinária, para dar forma a
umas bolachinhas onde o sabor da amêndoa e do limão combinam na perfeição.
31 de dezembro. Último dia de 2022.
Inevitavelmente, quer gostemos ou
não, acabamos sempre por fazer retrospetivas e lançamos um ou outro objetivo
para o novo ano que chega…e embora diga sempre que não gosto de olhar para trás,
na verdade acabo sempre por o fazer.
Este ano teve muitos pontos altos
na verdade, que ano maravilhoso que foi! Tive a felicidade de ter ao meu lado,
no regresso da nossa rubrica #oingredientedomes, uma pessoa maravilhosa. Quando
a convidei para embarcar nesta aventura a duas, estava longe de imaginar que
seria tão bom ter alguém com quem partilhar ideias, receios, dicas, lutas do
dia-a-dia, e foi uma descoberta e um caminho tão grato de fazer. Não tenho palavras suficientes para te
agradecer Elsa!
Foi o ano em que concretizei o
sonho de fazer Caminho de Santiago… ficou o sonho de voltar uma e outra vez.
Por tudo, pelo caminho e pela descoberta interior que permite, a superação e a resiliência.
Tive a felicidade de me cruzar
com o Pedro Mateus uma pessoa extraordinária, que com a sua sensibilidade
especial, o seu talento e o seu carisma, pegou no meu desalinho de ideias e
criou a MINHA IDENTIDADE. Não se trata só da nova imagem do “Intrusa na Cozinha”,
vai muito mais além. Tenho uma gratidão e um carinho muito grandes pelo Pedro e
pelo seu projeto Love in Wonderland.
Foi o ano em que decidi também
apostar em mim e na minha formação, e tem sido muito bom voltar a sentir
vontade de aprender mais e mais.
Por outro lado, houve momentos em que a desmotivação e a constante luta do dia-a-dia, foram motivo para dias mais pesados e sombrios. Houve algumas desilusões pelo meio, principalmente com pessoas, e um desencanto profissional… mas a vida é feita de equilíbrios, e os pontos baixos servem exatamente para valorizar tudo o que de melhor aconteceu. E caramba como sou grata! Pela minha vida, pelo núcleo familiar maravilhoso que tenho, e pela mão cheia de verdadeiros amigos que tenho e que me bastam.
Por último quero muito agradecer a quem conseguiu estar ao nosso lado neste desafio que é o nosso #oingredientedomes, feito de partilhas gastronómicas! Sentir o vosso carinho e apoio ao longo destes 12 meses foi muito inspirador!
Hoje celebremos! Celebremos a vida e um novo ano, cheio de
novos dias para enchermos de desafios 😊
Ontem o dia esteve perfeito para ligar o forno e fazer uma
fornada de bolinhos…
Estes pequenos pedaços de prazer desfazem-se na boca e o seu
sabor a noz é maravilhoso!
Podem optar por usar a noz sem ser torrada, mas garanto-vos
que fará toda a diferença se a torrarem!
O sabor da noz vai intensificar e ficar maravilhoso.
Podem também optar por fazê-las um pouco maiores, mas eu acho
que este tamanho é o ideal.. eu se
fosse a vocês fazia já este fim de semana estes bolinhos 😉
Em tempos da minha meninice, hoje
teria sido dia da criançada se juntar para ir, de manhã cedo, de porta em porta
a pedir o Pão-por-Deus. Todos animados, lá íamos nós de saco de pano na mão
para receber frutos secos, castanhas, romãs, pão e bolos, e com alguma sorte
alguns rebuçados, ou até alguns tostões!
Lembro-me dos bolinhos e dos
rebuçados serem os mais cobiçados, mas tudo era bem-vindo, e no final da
romaria, havia sempre brincadeira e partilha do que nos tinha sido oferecido.
Sei que existiam versos que a
criançada ia dizendo, mas confesso que já não me lembro. Recordo sim que sempre
fui gulosa pelos bolinhos, e esses eram os que eu mais apreciava receber 😊
Fruto de alguma aculturação, a tradição do pão-por-deus tem-se vindo a perder, e deu lugar aos festejos do Halloween. Julgo que ainda haverá alguns pontos do país onde a antiga tradição se mantem, mas aqui na minha zona raros são os miúdos que batem á porta a pedir o pão por Deus…
Tenho alguma pena, mas a verdade
é que as tradições vão mudando, e pelo menos ficam as histórias e as memórias.
Estes bolinhos trazem isso mesmo,
muitas memórias, desses tempos e da minha meninice. São umas broas de batata-doce,
também conhecidas pelos Bolinhos dos Santos, que eram cozidos nesta altura
exatamente para serem oferecidos à criançada. Existem várias versões destes
bolinhos, mas esta é a que eu mais aprecio e veio do caderno de receitas da
minha sogra.
Esta receita rende imensas
broinhas, mas creditem que desaparecem num instante!
Quem me segue há algum tempo sabe que sou uma apaixonada por castanhas… A atividade do blogue e o gosto por este fruto permitiu-me conhecer pessoas fabulosas ligadas ao seu cultivo, mas também à promoção e valorização da castanha enquanto ingrediente nutricionalmente muito equilibrado e versátil.
O ano passado, em Julho, em
conjunto com a UTAD, a TrancastNut e com o apoio do município de Trancoso,
ajudei a dinamizar um workshop Gastronómico Online, onde foram apresentadas 5
receitas de Verão, provando que podermos incluir a castanha na nossa
alimentação durante todo o ano.
A ligação deste fruto ao Outono e
aos dias frescos é muito forte, e existe a tendência de nos esquecermos dele no
resto do ano…
Numa tentativa de ajudar a
desvanecer esse vínculo, e provando mais uma vez que a castanha pode e deve ser
incluída na nossa alimentação diária, trouxe estes Folarzinhos, preparados com Farinha
de Castanha e enriquecidos com um creme de maçã.
De todas as propriedades da
Castanha, a ausência de glúten é certamente a mais conhecida, mas este fruto
tem muitas mais propriedades que o torna um bom aliado numa dieta equilibrada e
saudável.
As castanhas, ao contrário de
outros frutos secos, são relativamente pobres em gorduras e calorias. No
entanto são ricos em minerais, vitaminas e fito nutrientes. Outra característica
é que são compostos principalmente por carboidratos de baixo índice glicémico.
São absorvidos lentamente, pelo que não produzem picos de insulina e transmitem
uma sensação de saciedade, ou seja, sentimo-nos satisfeitos sem necessidade de
comer muito. São um ótimo snack.
E
se no Outono podemos deliciar-nos com os frutos frescos, durante o resto do
ano, podemos encontrá-las congeladas, desidratadas ou em farinha.
São
inúmeras as possibilidades de receitas! … pensem em pão, panquecas, bolachas,
crepes, bolos, em sopas...é só dar asas à imaginação. Por aqui encontram muitas
sugestões para desfrutarem deste delicioso fruto.
E agora encontram mais esta!
Espero que gostem e assim desejo
a todos uma boa Páscoa.
As bolachinhas de manteiga sabem a infância não sabem?
Vocês sentem o mesmo?
Não sei explicar, mas quando coloco uma bolacha destas na
boca, a sensação é indiscritível e maravilhosamente agradável…
Já fiz umas quantas vezes esta receita, e sempre que a faço, estas pequenas jóias de Castanha desaperecem num istante. São mesmo deliciosas, acreditem. E fáceis de fazer, por isso não há porque não experimentar.
E mais uma vez relembro que usar a castanha na nossa alimentação diária pode ser uma grande aliada para uma alimentação mais saudavel.
A Farinha de Castanha é naturalmente isenta de glúten, e relativamente pobre em gorduras e calorias. No entanto são ricas em minerais, vitaminas e fitonutrientes. Outra característica é que são compostas principalmente por carboidratos de baixo índice glicémico, o que significa que são absorvidos lentamente, não produzem picos de insulina e transmitem uma sensação de saciedade, ou seja, sentimo-nos satisfeitos sem necessidade de comer muito.
Fazer esta vila de casinhas de bolachas, foi como voltar à infância, aos tempos
de brincadeiras. As casinhas não ficaram perfeitas, mas foi um prazer fazê-las,
fazer o cenário, as árvores, as ruas, as luzes, e as fotos!
Não usei as tradicionais bolachas de gengibre, mas se
quiserem fazer mesmo à séria, é só usarem uma receita de bolachinhas de gengibre.
As árvores são feitas com uma base de madeira, umas “bolachinhas” de madeira,
que o meu pai cortou de um ramo, para fazer a base e depois colei um raminho
dos meus cedros e de um pinheiro, usando ainda um bocadinho de rolha para fazer
a união da base com o raminho, tudo unido por cola quente. Um DIY muito giro de fazer também. As
ruas são feitas com musgo artificial e uns feijões para fazer lembrar as
pedras de calçada. E voilá.. a minha vila de casinha de bolachas.
Foi muito, mas mesmo muito giro de fazer esta vila 😊
Divirtam-se aí em casa também. Juntem a família toda e divirtam-se muito.
Feliz Natal amigos.
Ando há anos para
fazer filhoses de forma…este ano ganhei coragem e lancei-me ao desafio. A
tarefa era sempre adiada porque eram vários os relatos que ouvia e lia de que é
um doce que envolve alguns truques e os resultados nem sempre são
satisfatórios. Decidi procurar uma receita que me desse alguma segurança, vi alguns
vídeos, li alguns blogues, e acabei por escolher uma receita da chef Maria Urmal,
cujo vídeo podem ver aqui
E valeu cada minuto investido a pesquisar. São deliciosos, estaladiços e lindos!
Agora que o feitiço foi quebrado, esta será com certeza a primeira de muitas doses destes fritos que me renderam por completo.
Não vou dizer que ficaram todos perfeitos, nada disso. Os primeiros saíram desajeitados e só saíram da forma com a ajuda de um garfo…alguns saíram pela metade… mas quando a forma, o óleo ficaram a temperatura ideal e lhes apanhei o jeito, a tarefa revelou-se bastante simples e descomplicada.
Espero que gostem tanto como eu, e para quem ainda não experimentar fazer, acreditem que vale a pena 😊
Filhoses, cuscurões, arroz doce, pudim de ovos, Bolo Rei...existe um sem fim de doçaria que gostamos de trazer à nossa mesa por estes dias. Algumas sugestões mais tradicionais, outras menos, mas todas com o proposito de alegrar as nossas mesas e os nossos olhos :)
Esta sugestão do chefe Hernani Ermida, alia a tradição à originalidade, não vos parece?Digo-vos que estas filhoses são viciantes, muito saborosas e que desaparecem num piscar de olhos. E sabem o melhor? Sâo tão fáceis de fazer!
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