Os microgreens de ervilha foram outra maravilha que veio no
cabaz da Aromáticas Vivas. Estes, em particular, eu já tinha provado e sei bem
o quanto conseguem dar um toque fresco, verde e ligeiramente adocicado às
receitas, com aquele leve crunch dos talos.
É um ingrediente que funciona melhor em cru. São perfeitos
para finalizar pratos, mas também resultam muito bem em saladas, bowls,
sanduíches ou até em sopas já servidas, para criar contraste.
Ligam muito bem com sabores doces e terrosos, como a
beterraba e a cenoura; com elementos cremosos, como iogurte, queijo fresco ou
abacate; e com notas ácidas, como limão, vinagre e citrinos. Também equilibram
pratos mais ricos ou salgados, como carnes curadas ou queijos mais intensos.
E depois, como cereja no topo do bolo, são incríveis para
quem, como eu, gosta daquele lado fotogénico dos ingredientes.
Para eles, desta vez, decidi ir por um caminho mais óbvio e
servi-los numa entrada com todos os sabores que os completam da melhor forma.
Uma proposta equilibrada, visualmente cativante e nutricionalmente
interessante, perfeita para um momento mais descontraído.
Espero que gostem da sugestão 😊
Aqui há dias recebi um cabaz da Aromáticas Vivas.
Nele vinha o Sorrel dos Bosques, que nunca tinha usado, nem
sequer conhecia, e fiquei mesmo surpreendida. É tão bom o seu sabor cítrico e
ácido…e as suas folhas roxas e as flores amarelas além de lindas para decorar
pratos, são ótimas para usar em saladas, molhos, tostas e sandes, sendo um
excelente substituto do sal e do limão.
Ainda pensei seguir pelo caminho mais óbvio e fazer uma
salada, mas depois de provar algumas folhas, acabei por decidir aromatizar uma
manteiga, e acho que o resultado é realmente bom 😊
Seja só para um prazer guloso de barrar uma fatia de pão ou
uma torrada com uma manteiga diferente e aromática, ou para complementar uma
bela carne acabada de assar, ou um pratos de legumes assados, acho que esta
manteiga é maravilhosa.
Certo é que fiquei mesmo rendida a esta aromática. Não
destronou os meus adorados coentros, mas confesso que já ganhou um lugar muito
especial na minha cozinha.
Espero que gostem da sugestão e que experimentem. Ia ficar incrível
na vossa mesa de Páscoa amanhã, por exemplo 😉
Não há nada que me transporte
mais para esta época do que o aroma de um folar acabado de sair do forno. Hoje
trago-vos a minha versão de um folar salgado, feito em parceria com a Primor Charcutaria, onde a massa fofa e leve deixa brilhar o que realmente importa:
o recheio.
Para esta receita, escolhi um
trio que nunca falha: o Chouriço, o Bacon e o Salpicão. São sabores autênticos
que transformam uma massa simples num centro de mesa generoso e cheio de
história.
Gosto de preparar este folar com
calma, respeitando o tempo da massa e cortando os enchidos de forma a que, em
cada fatia, se encontre um pedaço de tradição.
Abril chega mais leve. Os dias alongam-se, a luz muda e a
vontade de simplificar também entra na cozinha. E este mês apeteceu-nos dar
espaço a um ingrediente que muitas vezes nos passa ao lado: o Caju.
Pode parecer discreto, mas resulta em quase tudo. Dá textura
a pratos salgados, funciona bem em molhos, entra em sobremesas e até resolve
aqueles snacks rápidos sem complicação. É versátil, fácil de usar e adapta-se
sem esforço.
Em abril queremos explorá-lo com calma, testar combinações e
perceber até onde pode ir 😊 Vamos dar ao caju o protagonismo que merece.
📸 Fotografem a vossa receita e partilhem-na no Instagram, com o passo a passo, mostrando como o caju pode ser a estrela de uma receita!
🏷️ Usem a hashtag #oingredientedomes e identifiquem @martasfoodstudio e @florderosmaninho
Existem
combinações que nasceram para nos surpreender, e esta sopa de banana e coco com
camarão é, sem dúvida, uma delas!
Confesso
que, se não fosse o nosso #oingredientedomes, talvez nunca me tivesse
aventurado nesta combinação de sabores para uma sopa, e teria sido uma pena. É
uma explosão de sabores exóticos que me seduziu por completo.
Uma dica
importante, baseada na minha opinião: pela sua intensidade e cremosidade, esta
sopa brilha mais quando servida em pequenas doses. É a entrada perfeita para um
jantar especial, elegante, diferente e muito equilibrada se apreciada na medida
certa.
Guardem
esta receita, porque vale muito a pena experimentar (pelo menos!) uma vez.
Quem me segue há algum tempo sabe
que sou mesmo muito adepta de receitas simples e descomplicadas, sem comprometer
o sabor, e este cheesecake não é exceção.
Super simples, super prático e prepara-se
em menos de nada. Adaptei de uma receita do Jamie Oliver, e é incrível, como tudo
o que aquele chef faz… (sim sou fã assumida! 😊 )
Este tem a particularidade de não
ter gelatina, e por isso só têm de ter o cuidado de não o deixar descongelar
completamente, porque se não vai perder a sua forma.
Tenho a certeza que vão amar 😉