Há ingredientes que fazem parte
da nossa alimentação há tantas gerações que quase nos esquecemos de lhes dar o
devido valor. O feijão é um deles. Está presente em muitas das receitas
tradicionais portuguesas, faz parte das nossas memórias à mesa e continua a ser
um daqueles ingredientes que nunca faltam na despensa.
E novembro, com os dias mais
frios e a vontade de regressar aos pratos de tacho, pareceu-nos a altura
perfeita para lhe dar o protagonismo.
Branco, encarnado, preto, frade,
manteiga ou catarino, há tantas variedades e outras tantas formas de o
cozinhar. Além de ser económico e nutritivo, o feijão é uma excelente fonte de
proteína vegetal, fibra e minerais. E a sua versatilidade vai muito além das
tradicionais feijoadas, sopas e estufados. Pode entrar em saladas, pastas,
hambúrgueres vegetais e até em bolos e sobremesas.
Por isso, este mês queremos
desafiar-vos a recuperar aquela receita de família que nunca falha,
experimentar uma combinação diferente ou descobrir uma forma menos óbvia de o
levar à mesa.
O importante é dar espaço à
criatividade e mostrar que um ingrediente tão simples e tão nosso ainda tem
muito para nos surpreender 😊
📸 Fotografem a vossa receita e
partilhem-na no Instagram, com o passo a passo, mostrando como o feijão
pode ser a estrela de uma receita!
🏷️ Usem a hashtag
#oingredientedomes e identifiquem @martasfoodstudio e @florderosmaninho
Esta receita
é saborosa, agrada a toda a gente e ainda salvamos aquelas fatias de pão que às
vezes vão ficando esquecidas.
É só trocar
as folhas de massa por fatias de pão velho, e voilá!
Para o Dia Mundial da Massa, trouxe um bocadinho de Itália
para a minha cozinha com sotaque português.
Não é a receita da nonna, mas é tão boaaaaa, e pode
muito bem ser o vosso jantar desta semana 😉
Este rigatoni cremoso com salsicha Primor Charcutaria tem um
molho rico, massa bem envolvida, parmesão, manjericão e aquele conforto tão
simples da cozinha italiana.
Buon apetito!
Em Espanha a opinião divide-se: tortilla com cebola ou sem
cebola? Eu escolhi o lado da cebola e ainda juntei chouriço Primor Charcutaria
para um toque português 😊
O resto é paciência. Batata a amaciar devagar no azeite,
ovos a envolver tudo sem pressa e aquele segundo em que se vira a frigideira e
se sustém a respiração. Se correr bem, ninguém repara. Se correr mal, também
ninguém precisa de saber.
Fica o interior cremoso, as bordas douradas e uma fatia que
sabe a tapa num balcão de Madrid, servida na mesa de casa.
Finalmente consegui ter
lúcia-lima no meu pátio!
E tenho de dizer que estou
imensamente feliz. Adoro o seu aroma cítrico, delicado e floral! E o sabor…
Quase toda a gente a conhece em
infusão, e eu tenho-me deliciado com algumas 😊 Mas também fica ótima
num arroz doce, num pudim e até em marinadas para peixe ou carne.
Desta vez quis experimentá-la
numa panna cotta, com as natas a ganhar o seu perfume devagar. Juntei um fruto
da época, a romã, para dar acidez e cor, e pistácio para mais textura.
Para verem a receita basta
deslizar as fotos 😊
E vocês, como gostam de usar
lúcia-lima? Ando a juntar ideias!
Folhas que não se varrem. Comem-se.
Bem vindo meu querido outono.