Este
ano mais uma vez não consegui ir à Feira do Livro de Lisboa, mas ela, graças ao
meu mais-que-tudo veio até mim, num livro cheio de receitas vegetarianas que me
despertaram os sentidos. Um livro da autoria de Gabriela
Oliveira. São muitas as receitas que quero colocar em prática, mas a primeira,
aquela que me prendeu logo o olhar, foi este Arroz à Lavrador no Forno.
Absolutamente divinal.
Existem
receitas que me deixam sempre satisfeita; os risotos são claramente uma dessas
receitas. Sejam do que for. O conforto que transmitem é sempre igual e termino
a refeição com uma sensação de satisfação plena.
Este
não foi exceção. Cremoso, rico de sabor e muito simples de preparar.
Um
sucesso.
Esta
é uma receita de Domingo…
Para
fazer com calma e tranquilidade.
Desengane-se
quem julgar que é uma receita difícil já que se tem que desossar as perninhas. Tarefa
que se revela bem simples e o resultado final em termos de receita é muito recompensador
e o recheio enriquece muito o sabor da carne.
Bom
Domingo amigos.
Feliz
2019 a todos!
Hoje,
no primeiríssimo dia do novo ano, a preguiça imperou. Não sei se se passou o
mesmo nas vossas casas, mas por aqui o dia começou bem mais tarde do que é costume
e com uma descontração muito acima da média 😊 e apesar de
o sol lá fora estar bem convidativo o dia foi todo passado entre paredes. Os miúdos
e o meu mais que tudo foram-se entretendo em jogos e pequenas tarefas e eu fui
tentando fechar os olhos a alguns temas que claramente precisariam da minha
atenção… mas amanhã também é dia. Preguiça, moleza, sofá, descanso, sim faz bem
e é muito bom.
O
almoço foi a tarefa à qual dediquei mais atenção. No dia de Ano Novo há sempre
algumas sobras. Todos os anos vamos reduzindo a quantidade e variedade, mas a
verdade é que sobra sempre comida. Usualmente essas sobras acabam por servir de
entradas ao primeiro almoço do ano, mas desta vez decidi fazer diferente. Todos
os mariscos acabarm num belíssimo e bem saboroso risotto. Foi a refeição
perfeita para começar este ano!
Desejo
a todos um doce e aromático Ano Novo!
Um
ano depois de lançar a rubrica “O Ingrediente do Mês” sinto uma alegria e uma
gratidão imensas, sentimentos aliás já muitas vezes anunciados, e para os quais
já me vão faltando palavras para explicar e expressar o quanto são sinceros…, gratidão
a todos vocês que aqui vêm, que dedicam um pouco da vossa vida, experiência e
saber, fazendo questão de participar neste desafio que no seu inicio se propunha
ser um desafio para mim, e que, entretanto, se tornou tão nosso. Ou pelo menos
eu já não o sinto como só meu. Sinto que é de todos nós.
Ao
fim de um ano, desejei um mês especial. Desejei e tive. Desafiei que fizéssemos
do abril, o mês dos arrozes mil! E assim foi! Muitas receitas, muitas partilhas
e acima de tudo muita amizade. Desejei que se deixassem inspirar por um
ingrediente especial, e as propostas que foram chegando são claramente o
reflexo do quão importante e o lugar especial que ocupa na nossa alimentação.
Quero
agradecer mais uma vez ao Arroz Pato Real por todo o carinho, ajuda,
disponibilidade e por aceitar estar a meu lado nesta rubrica, permitindo que
este mês fosse efetivamente memorável.
Sem
mais delongas, convido-vos a sentarem-se e a partilhar de todas as iguarias que
tiveram como ator principal o Arroz.
Muito
agradecida!
Pratos Principais
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1
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O
Diário da Inês
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2
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Guloso
qb
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3
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Tertúlia
de Sabores
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4
|
Guloso
qb
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5
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L'air
du Temps
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6
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O
Diário da Inês
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7
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Intrusa
na Cozinha
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8
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Maçã
Assada
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9
|
Guloso
qb
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10
|
Intrusa
na Cozinha
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11
|
L'air
du Temps
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12
|
O
Diário da Inês
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13
|
L'air
du Temps
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14
|
Tertúlia
de Sabores
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15
|
L'air
du Temps
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16
|
Lemon
& Vanilla
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17
|
Intrusa
na Cozinha
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18
|
Sugar
Bites
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19
|
Lemon
& Vanilla
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20
|
L'air
du Temps
|
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21
|
Lemon
& Vanilla
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22
|
L'air
du Temps
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|
23
|
Sugar
Bites
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24
|
L'air
du Temps
|
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25
|
Basta
Cheio
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26
|
Lemon
& Vanilla
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27
|
L'air
du Temps
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28
|
L'air
du Temps
|
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29
|
Sónia
e a Cozinha
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30
|
L'air
du Temps
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Sobremesas
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31
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Intrusa
na Cozinha
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32
|
Intrusa
na Cozinha
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33
|
Cozinha
100 Segredos
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34
|
Guloso
qb
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35
|
O
Diário da Inês
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36
|
Intrusa
na Cozinha
|
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37
|
Intrusa
na Cozinha
|
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38
|
Guloso
qb
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39
|
Basta
Cheio
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40
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Maçã
Assada
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41
|
Intrusa
na Cozinha
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42
|
De
Cozinha em Cozinha passando pela Minha
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43
|
Cozinha
100 Segredos
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|
44
|
Intrusa
na Cozinha
|
Eis-nos chegados a
mais um final de mês.
Foi um abril verdadeiramente
especial, muito mais do que inicialmente imaginei ou desejei. Desafiei que
fosse o abril dos arrozes mil, e assim se cumpriu!
Para o finalizar da
melhor forma trago uma sobremesa deliciosa, cremosa e crocante, onde o destaque
vai para o arroz tufado.
Já por várias vezes
vos confessei o quanto adoro arroz tufado, e decidi que seria com esta versão
de arroz que deveria dar por terminado o mês.
É tal fácil de
fazer, e se utilizarem uma forma bonita como qualquer uma das da Nordic Ware, têm a garantia de
uma sobremesa deslumbrante, capaz de cativar os vossos familiares e amigos. O sabor
deste maravilhoso semifrio e a união da cremosidade de um gelado com o crocante
do arroz tufado fará com toda a certeza as delicias de todos.
Espero que tenham
gostado tanto deste abril como eu.
Um beijinho enorme a
todos os que disponibilizaram um pouquinho do seu tempo para, a meu lado,
tornarem este mês um verdadeiro sucesso.
E
se de repente juntássemos uma sobremesa visualmente deslumbrante e cativante
como a Pavlova com outra tão tradicionalmente portuguesa e deliciosa como o
arroz doce?... sim aconteceu 😊 se será uma ideia muito irreverente…talvez, mas a verdade
é que queria muito trazer à rubrica de abril uma receita de arroz doce, sobremesa
tão tradicional da nossa gastronomia, com uma apresentação diferente sem que se
perdesse a sua identidade. Se consegui… digam-se vocês 😊
Usei
e abusei dos citrinos, cujo aroma e sabor combina muito bem com a sobremesa e acresce
uma frescura que me parece essencial e que ajuda a suavizar o doce.
Pessoalmente
gostei muito do resultado final e da combinação de sabores e textura das duas
receitas.
Espero
que gostem e que se sintam inspirados a experimentar!
E
não se esqueçam, em Abril, Arrozes Mil
Comer.
Podemos definir o verbo como a simples ingestão de alimentos para um restabelecimento
funcional físico.
Mas
o comer, o ato em si, as suas circunstâncias, a sua orgânica é muito mais que a
satisfação de uma necessidade nutricional.
Comer
envolve sentimentos, partilhas, memórias, tradições, descobertas, prazer…. Abusando
e usando cada um dos nossos sentidos.
Comer
promove um bem-estar que vai muito além da nossa necessidade alimentar, que
permite um equilíbrio emocional com tudo e todos os que nos rodeiam.
A
comida é uma parte essencial das nossas relações pessoais e de todos os
momentos especiais da nossa vida: comemos quando recebemos alguém, nas datas
festivas, para comemorar o nosso aniversário e o dos outros, quando saímos com
os amigos, quando namoramos…. Para cada momento especial e emocionante da nossa
vida, há de certeza comida envolvida.
Do
ponto de vista de quem está de volta dos tachos, cozinhar é inequivocamente uma
expressão de afeto. Cozinhar em muitos momentos pode ser um serviço, mas em
outros tantos será certamente um ato de amor.
É extremamente
gratificante cozinhar para celebrar, conviver ou saborear a companhia de alguém.
“…Cozinhar é um modo de amar os outros” Mia Couto
Posto
isto, nada melhor que nos juntarmos à mesa a celebrar o prazer que é comer e
cozinhar!
Utilizar os ingredientes de acordo com a sua sazonalidade
é cada vez mais um objetivo na minha cozinha e na minha dieta. Poder tirar partido de toda
a sua frescura, riqueza de sabor e valor nutricional cada vez me dá mais prazer
e satisfação, e é a garantia de conseguir refeições cada vez mais equilibradas,
saudáveis e riquíssimas em sabor.
Quando conseguimos juntar
a sazonalidade com a certeza de estar a consumir ingredientes
produzidos com técnicas amigas do ambiente e respeitando as boas práticas
agrícolas, a potencialidade destes ingredientes eleva-se e é mais uma garantia
de receitas de sucesso.
A sugestão que trago
hoje é a prova inequívoca do que acabei de dizer. No cabaz da PROVE desta
semana vinha uma favas tenríssimas e um funcho que o Sr. Pedro tão amavelmente me
deu, porque sabe que eu adoro! Juntar os dois ingredientes fresquíssimos, numa
receita de um chef que adoro, foi poder colocar este conceito em prática e
garantir uma refeição divinal, riquíssima em sabor, fresca, deliciosa.
Olhamos para estas bolinhas e sim não negam, são pequenas
pérolas de prazer.
Não, não são umas bolinhas pouco calóricas, daquelas que
podemos comer sem grandes culpas. Aqui há culpa. Muita culpa. Mas uma culpa
cheia de prazer!
São viciantes. Despertam claramente os nossos sentidos a
cada dentada.
E sim têm arroz, o que claramente se revelou uma mais
valia comparativamente a outras receitas que já provei de beijinhos de coco.
Muito fáceis de fazer, estas pequenas delicias podem
tornar a vossa mesa de Páscoa ainda mais especial!
Votos de uma boa Páscoa a todos.
A
Páscoa aproxima-se e são já muitas as propostas que conseguimos encontrar pela
blogosfera para rechearmos a nossa mesa de receitas deliciosas, seja de borrego
ou cabrito, de acordo com as regiões e as suas tradições, bem como as receitas
de folares e pão-de-ló, reflexo da riqueza que é a nossa gastronomia.
Fugindo
um pouco às receitas tracionais, este ano decidi trazer uma sugestão para
entrada, que se prepara em pouco mais de 15 minutos!
Usando
o Arroz Integral Vegetais & Sementes Pato Real NutriMinuto, em apenas 1
minuto temos à disposição um arroz delicioso e nutricionalmente equilibrado,
capaz de tornar uma simples entrada na estrela da refeição!
Esta
era uma receita há muito marcada para fazer, e que finalmente chegou a hora de
a colocar em prática.
Acho
que todos temos aquelas receitas que automática e empiricamente sabemos que
vamos gostar. Ou pelos ingredientes usados, ou pelo método de confeção ou
simplesmente pelo seu aspeto. Esta receita acho que reunia todas estas condições
para me deixar cativa. E não desiludiu.
Acabei
por fazê-la mais simples que na receita original, sem sementes de sésamo, e são
uma deliciosa e saudável forma de termos à disposição um snack, para podermos
ir trincando sem culpa. E acreditem que são viciantes, seja pelo seu sabor ou
pelo seu aspeto crocante – que a mim tanto me cativa.
Esta
receita é uma boa base para irem acrescentado ingredientes à vossa escolha, e
enriquecerem este snack delicioso.
Ingredientes (cerca de 40 unid.):
Receita
in Revista Sabe Bem n.º 25
200g
de Arroz Carolino Pato Real©
1
c. sobremesa de Açafrão-das-índias (Curcuma)
1
c. café de Sal
1
c. sopa de Azeite
Preparação:
Coloque
um tacho ao lume com bastante água e quando levantar fervura junte o
açafrão-das-índias, o sal e o arroz. Deixe cozinhar até o arroz estar bem
cozido.
Pré-aqueça
o forno a 200ºC.
Escorra
o arroz, passe-o por água, coloque-o no robot de cozinha ou num liquidificador
e triture-o até obter uma papa.
Forre
um tabuleiro de forno com uma folha de papel vegetal, pincele-o com azeite e
distribua o preparado em colheradas. Achate a massa com a ajuda de uma espátula
ou uma colher e leve ao forno cerca de 25 minutos ou até os chips estarem
ligeiramente dourados e começarem a levantar as pontas.
Nota
pessoal: antes de publicar a receita, já a fiz por duas vezes. Numa das vezes
untei a folha com azeite e na outra não. Ao resultado final, o uso do azeite
não altera em nada o aspeto, consistência ou confeção dos chips, contundo achei
que a tarefa de espalhar a massa na folha de papel vegetal fica mais facilitada
na folha sem azeite.
Hoje
é dia de festa!
A
empresa portuguesa Arroz
Pato Real, completa o seu 97º aniversário. Fundada em 1920, no Vale do
Mondego, a Ernesto Morgado S.A. é a mais antiga indústria de arroz em Portugal.
Uma
empresa de cariz familiar, em constante modernização e inovação com o objetivo sempre
presente de produzir um arroz único e de elevada qualidade.
E
porque datas felizes merecem receitas especiais, celebro o dia com uma tarte de
arroz, de origem Toscana, que se caracteriza por uma cremosidade e um aroma
delicado muito agradável. O arroz forma uma espécie de base e por cima
uma camada riquíssima de pudim.
Uma
sobremesa pecaminosa, viciante e deliciosamente gratificante!
Parabéns Arroz Pato Real!
Não
sei se vos acontece o mesmo, mas a mim já me vai sabendo muito bem comidinhas
mais reconfortantes, mais outonais. Daquelas que nos fazem lembrar a comidinha
da mãe ou da avó. Cheias de sabores e aromas. É o caso desta. Uma refeição para
fazer e degustar com calma, e apreciar cada garfada intensamente.
Se há uma coisa em que os portugueses têm orgulho é na gastronomia. Todos enchemos o peito e levantamos o queixo aquando se trata de falarmos da nossa cultura gastronómica, na sua riqueza, diversidade e sabor. Não será com certeza a única coisa em que temos orgulho, mas é claramente um tema onde existe um grande consenso.
E
eu acho que temos todas as razões para nos sentirmos orgulhosos. Temos, sem
reservas, uma gastronomia riquíssima e variadíssima. Podemos ser pequenos em
espaço geográfico, mas somos gigantes no que toca a receitas cheias de tradições
e que destacam as principais
riquezas nacionais.
Não poderia deixar passar o mês dedicado ao
tomate sem trazer uma receita bem tradicional portuguesa: o nosso arroz
malandrinho de tomate.
Uma receita que pessoalmente adoro e que me
lembra sempre os tempos de miúda, uma vez que foi nessa fase da minha vida que
mais o comi.
Era uma receita repetida muitas vezes, quase
sempre acompanhada por peixe frito, ou uns não menos tradicionais pastéis ou
pataniscas de bacalhau.
E o aroma que paira na minha cozinha quando o
faço leva-me sempre para outras cozinhas onde o vi tantas vezes ser feito… pela
minha tia… pela minha mãe… pelo meu avô.
Todos terão a sua versão. Uns colocam mais este
ou aquele ingrediente. Mas o que importa é a tradição com que ainda se faz e o
conforto que transmite quando o saboreamos.
Acerca de Mim
O Intrusa na Cozinha foi criado em 2010, com o humilde propósito de registar e fotografar as receitas que eu cuidadosamente preparava para minha família e amigos. Porém, rapidamente se tornou uma parte muito importante da minha vida, onde diariamente aprimoro a minha paixão pela fotografia culinária e food styling.

